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	<title>Xemelê &#187; Cultura Digital</title>
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	<pubDate>Mon, 05 Jan 2009 17:54:47 +0000</pubDate>
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		<title>Celular rouba a atenção no mercado de música digital</title>
		<link>http://xemele.cultura.gov.br/blog/celular-rouba-a-atencao-no-mercado-de-musica-digital/</link>
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		<pubDate>Mon, 18 Aug 2008 14:47:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Cultura Digital]]></category>

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		<description><![CDATA[Fonte: José Murilo Junior de Cultura Digital - Na mídia
O advento da música digital deslocou a atenção do consumidor da prateleira das lojas, onde ficam CDs e DVDs, para o computador. Agora, porém, as empresas do setor perceberam que há outra fronteira a explorar e estão se movendo rapidamente para essa mídia: o telefone celular.
Enquanto [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Fonte: José Murilo Junior de Cultura Digital - Na mídia</p>
<p>O advento da música digital deslocou a atenção do consumidor da prateleira das lojas, onde ficam CDs e DVDs, para o computador. Agora, porém, as empresas do setor perceberam que há outra fronteira a explorar e estão se movendo rapidamente para essa mídia: o telefone celular.</p>
<p>Enquanto as vendas de CDs e DVDs caíram 31% em 2007, para R$ 312,5 milhões, o negócio de música digital saltou 185% no período, somando R$ 24,3 milhões. Desse total, 76% das compras foram feitas pelo celular. O computador ficou com os 24% restantes.</p>
<p>De olho nesse mercado, a Universal Music, uma das maiores gravadoras do mundo, planeja abrir em setembro a versão brasileira da Universal Music Celular, uma loja virtual dedicada ao conteúdo para aparelhos móveis. O projeto já existe em países como México, Argentina e Venezuela.</p>
<p>O objetivo da Universal é ter mais controle de seu próprio conteúdo no celular, um segmento de mercado que atualmente fica nas mãos das operadoras de telefonia móvel. Foram as companhias telefônicas que perceberam, primeiro, o potencial do segmento.</p>
<p>O movimento na direção do celular é puxado por dois fatores. O primeiro é o esforço dos fabricantes de aparelhos para transformar o telefone em um tocador de MP3 - uma tendência cada vez mais forte, principalmente entre os consumidores de menor poder aquisitivo. O segundo ponto é que a pirataria no celular é quase nula, um cenário bem diferente do vale-tudo do computador.</p>
<p>Com a loja própria, a Universal fortalece sua marca diante do consumidor. &#8220;Queremos falar com o público. Estamos fechando acordos [na área de tecnologia] com as operadoras&#8221;, conta Marcia Elena, gerente da área digital da Universal. &#8220;Nossa idéia é fazer um portal de entretenimento, onde o usuário encontrará música, vídeos, papel de parede e promoções.&#8221;</p>
<p>Segundo Marcia, a vantagem em conversar diretamente com o usuário é enorme. A gravadora terá em mãos informações para descobrir o gosto musical de uma determinada região do país e até identificar um novo hit.</p>
<p>Outra investida no celular é a participação da gravadora Som Livre no projeto Globo Celular, das Organizações Globo. Já no ar, a iniciativa da Som Livre interliga o computador e o telefone. O consumidor pode iniciar a compra de uma faixa musical pela internet, a partir do PC, e recebê-la por um torpedo em seu telefone, explica Luciana Paiva, gerente de marketing da Som Livre.</p>
<p>As lojas virtuais de música também têm testado modelos de negócios no celular. O Sonora, do portal Terra, pretende lançar ainda este mês um pacote de serviços pelo qual o consumidor poderá fazer o download da música pelo computador e transferir a faixa para o celular ou o tocador de MP3.</p>
<p>O serviço será oferecido no formato de assinatura mensal, um modelo já adotado pelo portal e que atualmente reúne 100 mil assinantes. &#8220;Obtivemos sucesso com esse tipo de serviço, lançado em 2006&#8243;, diz Lúcio Schneider, diretor de assinatura do Terra.</p>
<p>A diferença do novo serviço é que, até agora, os usuários podiam ouvir as músicas de sua preferência sempre que quisessem, mas só no PC e desde que estivessem conectados à web. Não havia a possibilidade de transferir o arquivo para outros aparelhos. &#8220;Agora, o assinante poderá transferir o download para o tocador de MP3 e alguns aparelhos de celular&#8221;, diz Schneider. Para proteger os direitos autorais, quando a assinatura expira, os downloads desaparecem dos aparelhos.</p>
<p> <img src="http://www.cultura.gov.br/site/wp-content/plugins/feed-statistics.php?view=1&amp;post_id=15523" width="1" height="1" /></p>
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		<title>Como a internet está matando a televisão (nos Estados Unidos)</title>
		<link>http://xemele.cultura.gov.br/blog/como-a-internet-esta-matando-a-televisao-nos-estados-unidos/</link>
		<comments>http://xemele.cultura.gov.br/blog/como-a-internet-esta-matando-a-televisao-nos-estados-unidos/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 18 Aug 2008 09:18:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Cultura Digital]]></category>

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		<description><![CDATA[Fonte: José Murilo Junior de Cultura Digital - Na mídia
link para o post original
Perdi a paciência com os comerciais. Completamente. Acho que estou acostumado com o Tivo, o aparelho através do qual arquivo até 80 horas de programas de televisão em um servidor. Pago mensalidade pelo espaço alugado na central do Tivo.
A cobertura das Olimpíadas [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Fonte: José Murilo Junior de Cultura Digital - Na mídia</p>
<p style="text-align: right"><a href="http://www.cultura.gov.br/site/wp-content/plugins/feed-statistics.php?url=aHR0cDovL3d3dy52aW9tdW5kby5jb20uYnIvdm9jZS1lc2NyZXZlL2NvbW8tYS1pbnRlcm5ldC1lc3RhLW1hdGFuZG8tYS10ZWxldmlzYW8tbm9zLWVzdGFkb3MtdW5pZG9zLw==">link para o post original</a></p>
<p>Perdi a paciência com os comerciais. Completamente. Acho que estou acostumado com o Tivo, o aparelho através do qual arquivo até 80 horas de programas de televisão em um servidor. Pago mensalidade pelo espaço alugado na central do Tivo.</p>
<p>A cobertura das Olimpíadas da rede americana NBC é um horror. Minha paciência acabou. A NBC só mostra os atletas americanos. Corta transmissões ao vivo no meio para os comerciais. E mostra a cerimônia de entrega de medalhas uma dúzia de vezes na mesma noite: sempre que atletas americanos ganham medalha de ouro.</p>
<p>Em resumo, é muita patriotada e pouca competição. Minha saída: ver as transmissões pela internet, no site da própria NBC. O streaming tem um anúncio no começo e outro no fim, de 15 ou 30 segundos. E só. Fico livre dos anúncios e dos narradores.</p>
<p>Isso não significa que a NBC está perdendo dinheiro. A audiência tem sido espetacular. E ela também ganha no site. De qualquer forma, parece que tem mais gente pensando e fazendo como eu. Abaixo, o resumo mal traduzido de uma reportagem a respeito:</p>
<p><em><strong>Is the Internet finally killing TV?</strong></em></p>
<p><em>Gregory M. Lamb, do <a href="http://www.cultura.gov.br/site/wp-content/plugins/feed-statistics.php?url=aHR0cDovL2FydGljbGVzLm1vbmV5Y2VudHJhbC5tc24uY29tL0ludmVzdGluZy9FeHRyYS9Jc0ludGVybmV0RmluYWxseUtpbGxpbmdUVi5hc3B4">Christian Science Monitor</a></em></p>
<p>É este o verão em que a internet finalmente matou a televisão que um dia conhecemos? A maior parte dos observadores da indústria ainda não faz essa previsão, citando algumas barreiras significativas que ainda existem no caminho. Mas o crescente número de negócios e aparelhos anunciados sugerem que uma profunda mudança na forma como as pessoas assistem vídeo &#8212; e que tipo de vídeo elas vêem &#8212; está a caminho.</p>
<p>A fronteira entre &#8220;televisão&#8221; e vídeo via internet já se tornou vaga e pode desaparecer nos próximos anos. Pelo menos um analista da indústria diz que a &#8220;TV morreu&#8221; e dá as boas vindas à nova idade do vídeo em qualquer lugar. Cada vez mais os americanos estão escolhendo onde e em que tipo de tela assistem vídeo. E cada vez mais a programação é de novas fontes que ameaçam acabar com o domínio de Hollywood na produção de conteúdo.</p>
<p>Vídeo agora é  transmitido para aparelhos de todas as formas e tamanhos, das telas gigantes a projetores domésticos, dos aparelhos de alta definição a monitores de computador, dos laptops às telas de iPods e telefones celulares. Enquanto isso, a NBC Universal anuncia sua cobertura das Olimpíadas de Pequim como &#8220;a mais ambiciosa cobertura digital da história&#8221;. Além da cobertura em várias emissoras de sua rede, a NBC faz o streaming de 2.200 horas de competição ao vivo, de 25 esportes, no site da<em> NBCOlympics.com</em>.</p>
<p>&#8220;O telespectador das Olimpíadas pode definir sua própria experiência como nunca fez antes&#8221;, disse Gary Zenkel, presidente da NBC Olympics, ao anunciar o plano de cobertura no mês passado. A mídia especulou que acesso à cobertura das Olimpíadas nos locais de trabalho poderia derrubar o sistema da NBC.</p>
<p>[...]</p>
<p>Nessa primavera e verão, negócios para tornar o acesso a vídeo se tornaram cada vez mais freqüentes:</p>
<p>* A Netflix, companhia que aluga vídeos pelo correio, fez vários acordos para oferecer conteúdo online. Uma nova caixa de 100 dólares da Roku do tamanho de um livro permitirá a usuários assistir cerca de 10 mil filmes da Netflix em suas TVs (mas a maior parte do acervo da Netflix continuará acessível apenas por DVD através do correio). A LG, da Coréia do Sul, anunciou que vai oferecer um player de DVD em alta definição capaz de acessar filmes em alta definição da Netflix via internet. E a Microsoft vai permitir <em>streaming </em>nos consoles do videogame Xbox;</p>
<p>* A Sony diz que vai oferecer o download de filmes e programas de TV como uma opção para o videogame Playstation;</p>
<p>* A Apple, que vende milhões de vídeos online através de sua loja iTunes, relançou o seu Apple TV player, que pode mandar conteúdo a um aparelho de tv;</p>
<p>* A Amazon.com agora oferece vídeo <em>on demand</em>, que dará acesso imediato a 40 mil filmes e  programas de TV. Esse vídeo só pode ser visto em um computador;</p>
<p>* Pelo menos meia dúzia de fabricantes, inclusive a Sony, Hewlett-Packard e Samsung vão vender aparelhos de TV que podem ser conectados continuamente à internet banda larga, permitindo que conteúdo da rede seja visto na maior tela da casa;</p>
<p>* A TiVo, gravadora de vídeos, vai fornecer vídeos do YouTube, o site famoso pelos vídeos curtos e muitas vezes amadores;</p>
<p>* O Hulu foi lançado em março como um site da internet oferecendo<em> streaming</em> de programas de TV e filmes da NBC, Fox e outras redes.</p>
<p>[...]</p>
<p>Cerca de 80 milhões de americanos (43% dos que freqüentam a internet) já assistiram a um programa de TV na rede, de acordo com uma pesquisa feita em fevereiro pelo<em> Solutions Research Group </em>de Toronto. Um ano atrás esse número era de 25%.</p>
<p>O consumo de vídeo vai aumentar de seis horas por dias para oito horas por dia até 2013, na previsão da <em>Solutions</em>, e menos de quatro horas serão diante da TV convencional.</p>
<p>Mas nem todos estão convencidos de que os vídeos da internet e a TV estão convergindo. &#8220;É a história mais exagerada do mundo tech de hoje&#8221;, diz Phillip Swann, presidente e editor da <em>TVpredictions.com</em>. &#8220;Simplesmente não é conveniente&#8221;.</p>
<p>Swann também não concorda que a programação de TV será jogada fora pelo fato de que as pessoas podem escolher o que querem ver e quando. &#8220;As pessoas gostam da rotina. Gostam de saber antecipadamente o que vai ao ar às 8 da noite&#8221;, ele diz.</p>
<p>[...]</p>
<p>De acordo com a empresa de pesquisas Nielsen, mais de um terço de todos os assinantes da telefonia celular - cerca de 91 milhões de americanos - têm um telefone capaz de receber vídeo. Do total, 6% dos assinantes (14 milhões de americanos) pagam um plano para receber vídeo.</p>
<p> <img src="http://www.cultura.gov.br/site/wp-content/plugins/feed-statistics.php?view=1&amp;post_id=15564" width="1" height="1" /></p>
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		<title>Festival premiará os melhores vídeos online brasileiros de até 5 minutos</title>
		<link>http://xemele.cultura.gov.br/blog/festival-premiara-os-melhores-videos-online-brasileiros-de-ate-5-minutos/</link>
		<comments>http://xemele.cultura.gov.br/blog/festival-premiara-os-melhores-videos-online-brasileiros-de-ate-5-minutos/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 15 Aug 2008 15:47:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Cultura Digital]]></category>

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		<description><![CDATA[Fonte: José Murilo Junior de Cultura Digital - Na mídia
link para o post original


Estão abertas as inscrições para o HTTPVIDEO, festival que elegerá os melhores vídeos online brasileiros de até 5 minutos. A iniciativa é do Instituto Sergio Motta em parceria com a Gafanhoto e o YouTube.
Os melhores vídeos serão selecionados por um júri formado [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Fonte: José Murilo Junior de Cultura Digital - Na mídia</p>
<p style="text-align: right"><a href="http://www.cultura.gov.br/site/wp-content/plugins/feed-statistics.php?url=aHR0cDovL3d3dy50aWFnb2RvcmlhLmlnLmNvbS5ici8yMDA4LzA4LzE1L2Zlc3RpdmFsLXByZW1pYXJhLW9zLW1lbGhvcmVzLXZpZGVvcy1vbmxpbmUtYnJhc2lsZWlyb3MtZGUtYXRlLTUtbWludXRvcy8=">link para o post original</a></p>
<p style="text-align: center">
<img class="size-full wp-image-2531 aligncenter" src="http://www.tiagodoria.ig.com.br/wp-content/uploads/2008/08/httpvideo.jpg" alt="" width="500" height="341" /></p>
<p>Estão abertas as inscrições para o <a href="http://www.cultura.gov.br/site/wp-content/plugins/feed-statistics.php?url=aHR0cDovL2JyLnlvdXR1YmUuY29tL3dhdGNoP3Y9MFR0bFRpN3Zna00=" target="_blank">HTTPVIDEO</a>, festival que elegerá os melhores vídeos online brasileiros de até 5 minutos. A iniciativa é do <a href="http://www.cultura.gov.br/site/wp-content/plugins/feed-statistics.php?url=aHR0cDovL3d3dy5zZXJnaW9tb3R0YS5vcmcuYnIv" target="_blank">Instituto Sergio Motta</a> em parceria com a <a href="http://www.cultura.gov.br/site/wp-content/plugins/feed-statistics.php?url=aHR0cDovL3d3dy5nYWZhbmhvdG8uY29tLmJyLw==" target="_blank">Gafanhoto</a> e o YouTube.</p>
<p>Os melhores vídeos serão selecionados por um júri formado por <a href="http://www.cultura.gov.br/site/wp-content/plugins/feed-statistics.php?url=aHR0cDovL3d3dy5saW5rLmVzdGFkYW8uY29tLmJyL2luZGV4LmNmbT9pZF9jb250ZXVkbz0xMjI2MA==" target="_blank">Cazé Peçanha</a>, fundador da Gafanhoto e VJ da MTV; <a href="http://www.cultura.gov.br/site/wp-content/plugins/feed-statistics.php?url=aHR0cDovL21hcmNlbG90YXMuYmxvZy51b2wuY29tLmJyLw==" target="_blank">Marcelo Tas</a>, do CQC; <a href="http://www.cultura.gov.br/site/wp-content/plugins/feed-statistics.php?url=aHR0cDovL3d3dy5jYXJsb3NmYXJpbmhhLm5ldC8=" target="_blank">Carlos Farinha</a>, diretor do festival de cinema Resfest, <a href="http://www.cultura.gov.br/site/wp-content/plugins/feed-statistics.php?url=aHR0cDovL3d3dy5kZXN2aXJ0dWFsLmNvbS9pbmZvLmh0bQ==" target="_blank">Giselle Beiguelman</a>, curadora do festival e o artista multimídia <a href="http://www.cultura.gov.br/site/wp-content/plugins/feed-statistics.php?url=aHR0cDovL3d3dy5sdWNhc2JhbWJvenppLm5ldC8=" target="_blank">Lucas Bambozzi</a>. Os prêmios variam entre R$ 1.000 e R$ 5.000.</p>
<p>As incrições e os vídeos devem ser enviados por meio do <a href="http://www.cultura.gov.br/site/wp-content/plugins/feed-statistics.php?url=aHR0cDovL2JyLnlvdXR1YmUuY29tL3ByZW1pb3Nlcmdpb21vdHRh" target="_blank">canal do festival no YouTube</a>. Boa sorte!</p>
<p><strong>Post relacionado:</strong><br />
<a href="http://www.cultura.gov.br/site/wp-content/plugins/feed-statistics.php?url=aHR0cDovL3d3dy50aWFnb2RvcmlhLmlnLmNvbS5ici8yMDA3LzEyLzE2L29zLW1lbGhvcmVzLXZpZGVvcy1kZS0yMDA3Lw==" target="_blank"> Os 10 melhores vídeos de 2007</a></p>
<p> <img src="http://www.cultura.gov.br/site/wp-content/plugins/feed-statistics.php?view=1&amp;post_id=15529" width="1" height="1" /></p>
]]></content:encoded>
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		<title>Empresas descobrem mercado de audiolivro</title>
		<link>http://xemele.cultura.gov.br/blog/empresas-descobrem-mercado-de-audiolivro/</link>
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		<pubDate>Tue, 12 Aug 2008 14:26:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Cultura Digital]]></category>

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		<description><![CDATA[Fonte: José Murilo Junior de Cultura Digital - Na mídia
O mercado de audiolivros - gravações de livros - começa a dar seus primeiros passos no Brasil. Antes restritos a públicos especiais, como deficientes visuais e crianças, os livros narrados ganharam nos últimos anos mais editoras especializadas. E, conseqüentemente, mais títulos e leitores. Estima-se que hoje [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Fonte: José Murilo Junior de Cultura Digital - Na mídia</p>
<p>O mercado de audiolivros - gravações de livros - começa a dar seus primeiros passos no Brasil. Antes restritos a públicos especiais, como deficientes visuais e crianças, os livros narrados ganharam nos últimos anos mais editoras especializadas. E, conseqüentemente, mais títulos e leitores. Estima-se que hoje 2,9 milhões de brasileiros leiam (ou escutem) obras literárias em áudio, segundo uma pesquisa recente do Instituto Pró-Livro sobre o comportamento leitor no País.</p>
<p>Por trás desse movimento - tímido se comparado aos Estados Unidos, onde os audiolivros representam 9% do mercado editorial, porém crescente - está a iniciativa de poucos e pioneiros empreendedores. Como a do técnico de informática Marco Giroto, de 28 anos, que criou a Audiolivro em 2006. A idéia de montar uma editora de livros narrados surgiu durante as &#8220;viagens&#8221; diárias que fazia entre sua casa, em São Paulo, e a sede da empresa em que trabalhava, em Barueri (SP).</p>
<p>&#8220;Eu perdia três horas por dia nesse trajeto. Pensei: deve haver um jeito melhor de aproveitar esse tempo&#8221;, conta. Apaixonado por leitura, pesquisou e descobriu o mercado de audiolivros nos EUA, que movimenta cerca de US$ 1 bilhão por ano, ou 9% do mercado editorial.</p>
<p>No Brasil, porém, não havia editora especializada no produto. Com o apoio da esposa Vanessa Ban e do sogro, que é músico, o técnico investiu suas economias na montagem de um estúdio e passou a produzir, sozinho, alguns títulos.</p>
<p>No primeiro ano, foram apenas seis. &#8220;Convidei vários autores para gravarem suas obras, mas ninguém queria, ninguém acreditava naquilo&#8221;, diz. Resolveu então atacar em outra frente: comprando os direitos autorais de obras conhecidas e gravando-as em seu pequeno estúdio. Com a gravação de &#8220;Código da Vinci&#8221;, após seis duros meses de negociação, vieram os primeiros contratos de distribuição com grandes livrarias.</p>
<p>Hoje, a editora de Giroto tem 35 títulos e outros 30 a caminho, a serem lançados na Bienal do Livro de São Paulo, que começa nesta semana. A partir de setembro, pretende lançar de cinco a 10 obras por mês. &#8220;De junho do ano passado até junho deste ano, nossas vendas cresceram 150%&#8221;, conta Giroto, que deixou o emprego em uma multinacional para tocar o negócio.</p>
<p>Potencial</p>
<p>Atualmente, a Audiolivro, que funciona em um pequeno estúdio no Tatuapé com 10 funcionários, é uma das maiores editoras de audiolivro do País. Mas existem pelo menos outras quatro - todas criadas nos últimos anos - atuando nesse mercado. &#8220;Hoje em dia, todo mundo tem um celular ou tocador de MP3, os carros saem das fábricas com um MP3 player. Temos aí um potencial enorme de crescimento&#8221;, diz o diretor da editora Livro Sonoro, Luiz Carlos Gioia, de 62 anos.</p>
<p>Gioia deixou o setor editorial tradicional, onde atuou por 10 anos, para abrir com Gabriel Goés, de 28 anos, a editora de livros em áudio. A empresa surgiu por idéia de Goés, que conheceu o produto após uma temporada na Suíça. De volta ao Brasil, fez cursos de áudio e produziu algumas obras, de forma quase artesanal. Até abrir a empresa neste ano.</p>
<p>A editora já lançou seis títulos de obras literárias e prepara outros três até o fim do ano. Os audiolivros serão vendidos em livrarias e pontos alternativos, como postos de gasolina -&#8221;para buscar o leitor que viaja&#8221; - e academias. Além, é claro, da internet. &#8220;Todo internauta é um cliente em potencial.&#8221;</p>
<p>Outra editora que apostou nesse público - e em seu potencial de crescimento - foi a Nossa Cultura, de Curitiba. Criada em 2005, começou com apenas 10 títulos. E pegou carona, no último ano, no aquecimento do setor. Segundo o editor Paulo Lago, a empresa deve fechar este ano com 30 lançamentos, em títulos que vão desde auto-ajuda até guias de viagem.</p>
<p>&#8220;Desbravamos um mercado. Hoje até as grandes editoras já estão interessadas no segmento&#8221;, diz Lago. Segundo ele, o faturamento dobrou nos últimos 12 meses. &#8220;Tínhamos uma base pequena&#8221;, pondera ele. &#8220;Mas há um mercado nascente, que veio pra ficar.&#8221;</p>
<p> <img src="http://www.cultura.gov.br/site/wp-content/plugins/feed-statistics.php?view=1&amp;post_id=15521" width="1" height="1" /></p>
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		</item>
		<item>
		<title>Cartografia WEB Literária no SESC SP</title>
		<link>http://xemele.cultura.gov.br/blog/cartografia-web-literaria-no-sesc-sp/</link>
		<comments>http://xemele.cultura.gov.br/blog/cartografia-web-literaria-no-sesc-sp/#comments</comments>
		<pubDate>Sat, 09 Aug 2008 19:26:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Cultura Digital]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.cultura.gov.br/site/?p=15018</guid>
		<description><![CDATA[Fonte: José Murilo Junior de Cultura Digital - Na mídia
link para o post original
Terei o prazer de participar neste ano do evento Cartografia Literária do SESC, nesta edição sob a insígnia “web”, com a discussão das manifestações literárias da rede Internet. Segue programação abaixo.
CARTOGRAFIA WEB LITERÁRIA
O projeto Cartografia Literária reuniu, em 2007, nove coletivos de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Fonte: José Murilo Junior de Cultura Digital - Na mídia</p>
<p style="text-align: right"><a href="http://www.cultura.gov.br/site/wp-content/plugins/feed-statistics.php?url=aHR0cDovL3d3dy5mYWJpb2Zvbi5jb20vYmxvZy8/cD05Mg==">link para o post original</a></p>
<p>Terei o prazer de participar neste ano do evento Cartografia Literária do SESC, nesta edição sob a insígnia “web”, com a discussão das manifestações literárias da rede Internet. Segue programação abaixo.</p>
<p><strong>CARTOGRAFIA WEB LITERÁRIA</strong></p>
<p>O projeto Cartografia Literária reuniu, em 2007, nove coletivos de literatura no SESC Consolação. Os encontros foram pautados pelo reconhecimento e exposição de grupos de literatura na cidade de São Paulo, por meio de encontros, entrevistas e saraus. Na esteira das produções literárias capazes de prescindir do mercado editorial ou de criar alternativas a ele, caminhamos em direção à literatura que circula na internet. Para discutir os rumos da literatura com o advento da WEB, em época de novas criações digitais e do faça-você-mesmo, o SESC propõe o evento Cartografia WEB Literária.</p>
<p>Dia 12/08 – Terça, às 19h.<strong><br />
As zonas de exclusão do mercado literário e o papel da internet</strong><br />
Escritores e intelectuais de várias regiões do país discutem sobre o papel da Internet na divulgação da Literatura, abordando o mercado editorial brasileiro e as dificuldades para a inserção de autores que não transitam pelo eixo sul. Leituras de textos inéditos e performance literária com Lúcio Agra. Convidados: Heloísa Buarque de Holanda (RJ), Carlos Emílio Lima (CE), Vicente Franz Cecim (PA), Raimundo Carrero (PE), Fabrício Carpinejar (RS). Mediação: Edson Cruz (site Cronópios).</p>
<p>Dia 13/08 – Quarta, às 19h.<br />
<strong>Publicação e distribuição da Literatura em tempos digitais</strong><br />
A segunda noite do evento recebe escritores e editores que começaram, ou firmaram sua escrita no meio literário, em blogs, sites ou coletivos de Literatura. Participam: Clarah Averbuck (<a href="http://www.cultura.gov.br/site/wp-content/plugins/feed-statistics.php?url=aHR0cDovL2FkaW9zbG91bmdlLmJsb2dzcG90LmNvbS8=" target="_blank">adioslounge.blogspot.com</a>), Ana Paula Maia (<a href="http://www.cultura.gov.br/site/wp-content/plugins/feed-statistics.php?url=aHR0cDovL3d3dy5raWxsaW5nLXRyYXZpcy5ibG9nc3BvdC5jb20v" target="_blank">www.killing-travis.blogspot.com</a>), Cardoso (<a href="http://www.cultura.gov.br/site/wp-content/plugins/feed-statistics.php?url=aHR0cDovL3F1YWxxdWVyLm9yZy9zYWxzYnVyeQ==" target="_blank">qualquer.org/salsbury</a>), Artur Rogério (<a href="http://www.cultura.gov.br/site/wp-content/plugins/feed-statistics.php?url=aHR0cDovL3d3dy5ub3Nwb3MuYmxvZ3Nwb3QuY29tLw==" target="_blank">www.nospos.blogspot.com</a>), Lima Trindade (<a href="http://www.cultura.gov.br/site/wp-content/plugins/feed-statistics.php?url=aHR0cDovL3d3dy52ZXJibzIxLmNvbS5ici8=" target="_blank">www.verbo21.com.br</a>). Mediação de Fabrício Carpinejar. Discotecagem com Dj Malásia e leituras de textos com autores convidados.</p>
<p>Dia 14/08 – Quinta, às 19h.<br />
<strong>Interfaces da Literatura na WEB</strong><br />
O encontro reúne criadores e especialistas nas ferramentas e recursos agregados aos conteúdos de Literatura na Internet. Participam André Vallias (<a href="http://www.cultura.gov.br/site/wp-content/plugins/feed-statistics.php?url=aHR0cDovL3d3dy5lcnJhdGljYS5jb20uYnIv" target="_blank">www.erratica.com.br</a>), Pipol (<a href="http://www.cultura.gov.br/site/wp-content/plugins/feed-statistics.php?url=aHR0cDovL3d3dy5jcm9ub3Bpb3MuY29tLmJyLw==" target="_blank">www.cronopios.com.br</a>), Mardônio França (<a href="http://www.cultura.gov.br/site/wp-content/plugins/feed-statistics.php?url=aHR0cDovL3d3dy5jb3JzYXJpby5hcnQuYnIv" target="_blank">www.corsario.art.br</a>), <strong>Fábio Oliveira Nunes</strong> (<a href="http://www.cultura.gov.br/site/wp-content/plugins/feed-statistics.php?url=aHR0cDovL3d3dy5hcnRlcmlhOC5uZXQv" target="_blank">www.arteria8.net</a>). Mediação de Lúcio Agra (<a href="http://www.cultura.gov.br/site/wp-content/plugins/feed-statistics.php?url=aHR0cDovL3d3dy5teXNwYWNlLmNvbS9sdWNpb2FncmE=" target="_blank">www.myspace.com/lucioagra</a>). Apresentação de André Vallias com seus vídeo-poemas intermeado com suas traduções de obras de Hölderlin, Khlèbnikov, Gottfried Benn, Mandelstam, Trakl, entre outros.</p>
<p>Dia 15/08 – Sexta, às 19h.<br />
<strong>Apreciação e crítica dos conteúdos de Literatura veiculados na Internet</strong><br />
Participação de acadêmicos e editores-poetas de publicações eletrônicas que circularam e ganharam respeito nas universidades, além de estudantes, professores e escritores. Participam Ivan Marques, Paulo Franchetti, Marcio-André (<a href="http://www.cultura.gov.br/site/wp-content/plugins/feed-statistics.php?url=aHR0cDovL3d3dy5jb25mcmFyaWFkb3ZlbnRvLmNvbS8=" target="_blank">www.confrariadovento.com</a>), Linaldo Guedes (<a href="http://www.cultura.gov.br/site/wp-content/plugins/feed-statistics.php?url=aHR0cDovL2xpbmFsZG9ndWVkZXMuYmxvZy51b2wuY29tLmJyLw==" target="_blank">linaldoguedes.blog.uol.com.br</a>), Floriano Martins (<a href="http://www.cultura.gov.br/site/wp-content/plugins/feed-statistics.php?url=aHR0cDovL3d3dy5yZXZpc3RhYWd1bGhhLm5vbS5ici8=" target="_blank">www.revistaagulha.nom.br</a>). Marcio-André apresenta uma roldana de palavras — poesia-máquina de desautomatizar, munido de vozes, violino e outros objetos sonoros. Através do acionamento ritual do verso, o poeta garante gritos, projeções, dissonâncias, interferências eletrônicas, texturas, poéticas e realidades experimentais.</p>
<p>Local: <strong>SESC Consolação – Espaço do Terceiro Andar</strong><br />
Rua Dr. Vila Nova, 245 - São Paulo - SP<br />
Gratuito.O site Cronópios promete transmitir o evento em tempo real através da TV Cronópios. Durante as apresentações, haverá um CHAT no qual será possível enviar questões para os debatedores.</p>
<p>Mais informações: <a href="http://www.cultura.gov.br/site/wp-content/plugins/feed-statistics.php?url=aHR0cDovL3d3dy5zZXNjc3Aub3JnLmJyLw==" target="_blank">http://www.sescsp.org.br</a></p>
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