Resultado do Edital mais museus 2008

outubro 21st, 2008 by gabriel.del.fiaco

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Resultado de Modernização de Museus 2007

outubro 21st, 2008 by gabriel.del.fiaco

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Resultado do Edital de modernização de museus 2005 e 2006

outubro 21st, 2008 by gabriel.del.fiaco

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Resultado do Edital de Modernização de Museus 2004

outubro 20th, 2008 by gabriel.del.fiaco

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Prêmios e Editais

outubro 2nd, 2008 by gabriel.del.fiaco

Com a articulação da Política Nacional de Museus, foi possível o lançamento de uma série de editais e prêmios para o setor. De 2004 a 2007, a política de editais investiu mais de R$ 37 milhões em 294 projetos, contemplando museus de 26 estados e do Distrito Federal. Desses, 47% são de cidades do interior e 57% das capitais.

Foram lançadas as seguintes iniciativas:

  • quatro edições do Edital de Modernização de Museus (2004 a 2008) – apoio a projetos para aquisição de acervos museológicos, equipamentos e material permanente, de informática, segurança, iluminação, comunicação, mobiliários para exposição de longa duração e reservas técnicas;
  • Edital Mais Museus (2007) – apoio à criação de museus em cidades com até 50 mil habitantes e que não possuem instituição museológica;
  • Edital Seminários Museus, Patrimônio, Memória e Sociedade – apoio à realização de seminários sobre a temática patrimônio, memória social e museus;
  • Prêmio Darcy Ribeiro para as três melhores práticas em educação em museus; e
  • Prêmio Mário de Andrade, que contemplará dissertações e teses relacionadas à temática Museus, memória social e patrimônio cultural.

Também foram lançados duas edições do Edital BNDES – Programa de Apoio a Projetos de Preservação de Acervos (2004 e 2005), do Edital Programa Caixa de Adoção de Entidades Culturais (2004 e 2005) e do Edital Programa Petrobras Cultural – Apoio a museus, arquivos e bibliotecas (2004 e 2005).

Instituições Relacionadas

outubro 2nd, 2008 by gabriel.del.fiaco

INSTITUIÇÕES FEDERAIS
INSTITUIÇÕES ESTADUAIS DE MUSEUS
INSTITUIÇÕES MUNICIPAIS DE MUSEUS
INSTITUIÇÕES DE FORMAÇÃO EM MUSEOLOGIA
ORGANISMOS DE CLASSE
FÓRUNS PERMANENTES
LISTAS DE DISCUSSÃO
GRUPOS DE PESQUISA

EXTERIOR

INSTITUIÇÕES GOVERNAMENTAIS
INSTITUIÇÕES INTERNACIONAIS
REDES INTERNACIONAIS
INSTITUIÇÕES DE FORMAÇÃO EM MUSEOLOGIA
LISTAS DE DISCUSSÃO
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BRASIL

INSTITUIÇÕES FEDERAIS
Ministério da Cultura – MinC

Novos Prazos

outubro 1st, 2008 by jose.murilo

A Fundação Nacional de Artes, instituição vinculada ao Ministério da Cultura, divulgou nesta segunda-feira, 29 de setembro, a prorrogação dos prazos para inscrições nas edições 2008 de diversas iniciativas. As novas datas constam das Portarias nºs 202 e 203, que foram publicadas no Diário Oficial da União (Seção 1, páginas 70 e 71).

Até 20 de outubro, estarão com inscrições abertas o Programa de Bolsa de Estímulo à Criação Artística, o Programa de Bolsa de Estímulo à Produção Crítica em Artes, o Prêmio Interações Estéticas – Residências Artísticas em Pontos de Cultura, o Projeto Pixinguinha – Prêmio Produção e o Programa Rede Nacional Funarte Artes Visuais (o prazo de execução dos projetos contemplados no Programa foi prorrogado até 15 de dezembro).

Já para o Prêmio Marcantonio Vilaça, a Funarte/MinC recebe, até 30 de outubro, as inscrições de propostas de instituições museológicas, privadas e públicas, que desejem adquirir obras de arte para ampliação de acervo. Serão beneficiados pelo menos dez museus, dois em cada região do país.

Saiba mais sobre as iniciativas: Fomento às Artes.

Leia, também, matéria divulgada no site da Funarte: Programa 2008 de bolsas e prêmios tem inscrições prorrogadas.

Primavera dos Museus

setembro 18th, 2008 by

Este ano, o projeto “Primavera dos Museus” traz como tema “Museus e o diá-logo intercultural”

O Museu Sacaca realiza, no sábado, 20, a partir das 20 horas, no Museu Sacaca, em Macapá, a programação cultural “Primavera dos Museus”. O evento faz parte do calendário cultural brasileiro desenvolvido no país pelo Instituto do Patrimônio e Artístico Nacional (Iphan). No Amapá, a programação está sendo organizada pelo Instituto de Pesquisas Cientificas e Tecnológicas do Estado do Amapá (Iepa) em parceria com o a Secretaria de Estado da Cultura (Secult).

Este ano, o projeto “Primavera dos Museus” traz como tema “Museus e o diá-logo intercultural”. A proposta é contribuir para a promoção da paz, do pluralismo de idéias, do desenvolvimento humano e do respeito às diferenças.

No Amapá, a programação acontece pela segunda vez. Este ano, o projeto inclui apresentação de cantores locais; exposição de arte da escola Cândido Portinari, perfomance cultural Estátua Viva e a exposição de poemas e contos do livro “Encontro e Encantos” de autoria de Leacide Moura e Iramel Lima.

Balanço do 3º Fórum Nacional de Museus

julho 18th, 2008 by fabiano.rangel

O 3º Fórum Nacional de Museus, que reuniu em Florianópolis, de 7 a 11 de julho, 1.500 pessoas interessadas no setor, fez um balanço bastante positivo da Política Nacional de Museus (PNM) lançada pelo Ministério da Cultura, em 2003.

A partir da PNM, surgiu o Departamento de Museus do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Demu/Iphan), os Fóruns Nacionais, o cadastramento dos museus e um aprimoramento das relações que permitiu a implementação de uma rede de comunicação entre mais de três mil instituições museológicas no país e sua relação com países do mundo ibero-americano.

Em cinco anos de PNM foram realizados três Fóruns: o primeiro em Salvador, o segundo em Ouro Preto (MG) e o terceiro em Florianópolis. A Política do Ministério da Cultura para os Museus gerou o Estatuto de Museus, uma legislação específica para regulamentar o funcionamento de museus, em votação no Senado Federal, depois de aprovada pela Câmara dos Deputados.

Outro resultado da PNM é o Fundo Nacional de Desenvolvimento dos Museus, projeto de lei aprovado pelo Senado Federal, que será examinado pela Câmara dos Deputados. O Fórum indicou, ainda, a necessidade de criação do Instituto Brasileiro de Museus (Ibram), que substituirá o Departamento de Museus, desvinculando-o do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan).

Com uma intensa programação que abrangeu mesas-redondas, minicursos e grupos de trabalho divididos pelas especificidades das instituições – museus de arte, história, culturas militares, ciência e tecnologia, etnográficos e arqueológicos, comunitários e ecomuseus, e, ainda, museus da imagem e do som e de novas tecnologias – o 3º Fórum Nacional de Museus reuniu profissionais de várias áreas, como museólogos, historiadores, antropólogos, artistas, arqueólogos, sociólogos, educadores, professores, agentes culturais, estudantes e interessados no tema.

Embora uma grande parcela da sociedade brasileira ainda não tenha percebido a importância dos museus como ferramenta de ensino e complementação à educação formal, a democratização do acesso aos bens culturais tem sido a tônica da política de todos os museus atualmente. Diretores e trabalhadores de museus reunidos em Florianópolis confirmaram que houve um incremento significativo de reconhecimento e valorização dos museus pequenos, novos e específicos, nesses cinco anos de PNM.

Os participantes do Fórum também concordaram que puderam perceber o aumento do número de publicações e periódicos sobre a área, o favorecimento da interação entre museu e a comunidade, com a promoção, por exemplo, de eventos como a Semana Nacional dos Museus e a Primavera dos Museus.

Nas conclusões finais do 3º Fórum Nacional de Museus, para os grupos de trabalho que discutiram os avanços da Política Nacional de Museus e fizeram sugestões para o seu aprimoramento, um ponto comum de sucesso foi a democratização do acesso a informações específicas da área técnica museológica. Houve maior produção de conhecimento e circulação de informações, nesses cinco anos de Departamento de Museu, que o Ministério da Cultura criou para gerir as questões do setor. Os museólogos estão convencidos de que, agora, há reconhecimento e divulgação do patrimônio cultural.

Financiamento e Fomento

Durante os cinco dias do Fórum de Florianópolis, os trabalhadores de museus presentes observaram em suas discussões diárias que há um sensível aumento do número de editais e alternativas de financiamentos específicos para a área de atividade dos museus, em instituições como o MinC, a Caixa Econômica Federal, a Petrobras e o BNDES. Há mais linhas de financiamento disponíveis pelo reconhecimento da importância do setor para a democratização da cultura e do conhecimento, embora todo o dinheiro disponibilizado ainda não seja suficiente, dadas as carências acumuladas por décadas.

Os departamentos técnicos dos museus também têm dificuldade na elaboração de projetos para obtenção de financiamentos através de editais. E, para tanto, será necessária a formação de especialistas, que possam elaborar projetos que permitam a aplicação das leis de Renúncia Fiscal aos Museus. De qualquer forma, a Lei Rouanet também precisará de mudanças, pois nem sempre contemplam categorias específicas de museus e alguns elementos de despesas.

Tudo isso se faz hoje necessário e há urgência entre os especialistas em museus de todo o país, porque a PNM permitiu o crescimento e a união dos museus nacionais nos últimos cinco anos. Se a máxima aceita por todos é de que os museus devem democratizar o acesso aos bens culturais, também é de reconhecimento universal a necessidade e o estímulo à modernização dos museus. Afinal, ainda permanece uma dificuldade de acesso a tecnologias específicas para preservação e exibição dos acervos. E uma dramática fragilidade na segurança do patrimônio cultural.

Visita a Museus – A gratuidade em foco

julho 11th, 2008 by fabiano.rangel

Nos países do hemisfério norte, a questão da gratuidade é abordada em três frentes: a do acesso universal, onde nenhum visitante paga pelo ingresso; a das tarifas diferenciadas, onde certos grupos são isentos ou desfrutam de descontos ou dias promocionais; e, finalmente, a do acesso sempre pago.

As instituições muitas vezes modificam sua abordagem e fazem experiências com o intuito de verificar o custo-benefício de suas políticas tarifárias. As pesquisas de público têm sinalizado que a gratuidade não parece determinar, naqueles países, a ampliação do acesso às instituições museais. Na realidade, a falta de interesse ou de familiaridade com os assuntos tratados nas exposições ou com as instituições museais e a cultura que veiculam são consideradas os maiores empecilhos à visita. O distanciamento entre público e instituições museais é causado não pelo valor do ingresso, mas pelo fato de não compartilharem os mesmos valores culturais.

Segundo dados do Cadastro Nacional de Museus, 260 dos 1.310 museus já cadastrados no Brasil, cerca de 20% do total, cobram ingressos. Os preços variam entre R$1,00 e R$10,00 e praticamente todos aplicam tarifas diferenciadas, gratuidade para grupos escolares ou dias promocionais. Dentre estes, 51% são museus sob a tutela pública: a maior parte são estaduais (40%), seguidos dos municipais (30%) e dos federais (30%).

Na pesquisa Perfil-Opinião, realizada pelo Observatório de Museus e Centros Culturais entre 2005 e 2007, a questão da política tarifária ou da gratuidade está presente tanto nas perguntas referentes aos fatores que dificultam a visita a um museu quanto naquelas referentes aos motivos para visitar aquela instituição (o valor do ingresso é uma possibilidade de resposta) e também aparece na análise da renda domiciliar mensal do visitante

Para 40% dos visitantes dos 11 museus do Rio de Janeiro e 35% dos visitantes dos 13 de São Paulo, o valor (ou baixo custo do ingresso) é um motivo para ir ao museu. Dentre as dificuldades para visitar os museus de forma geral, 35% dos visitantes de São Paulo declararam que o valor do ingresso é um fator que dificulta, e 34% declararam que a dificuldade vem de outros custos acarretados pela visita.

Quanto à renda dos visitantes, entre os museus paulistas a faixa de renda domiciliar mensal declarada com maior freqüência foi acima de 4.000 reais, valor que foi declarado por somente 6.3% da população da Região Metropolitana de São Paulo, segundo a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD) de 2006. No Rio de Janeiro, a pesquisa realizada em 2005 indicava que, enquanto apenas 2.4% da população da Região Metropolitana do Rio de Janeiro declararam renda domiciliar mensal superior a 4.000 reais, entre os visitantes dos museus cariocas o percentual foi de 24.8%. Pode-se sugerir que os museus tendem a atrair, proporcionalmente, uma população com renda elevada.

Considerando a profunda desigualdade social na sociedade brasileira e o desejo de facilitar o acesso aos museus para todos os segmentos da população, a reflexão sobre a gratuidade não parece ter acabado.

E você o que pensa? No Brasil, a gratuidade é fator determinante para o acesso aos museus? Deixe sua opinião no site do Observatório de Museus e Centros Culturais – http://www.museus.gov.br/observatorio.htm, na enquete on-line que estará aberta para participação até o final de julho.